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[CEAC -2o e 3o ano] Fases do capitalismo: infográfico explicado

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capitalismo_infografico

Fala, galera. Conforme prometido ta aí, texto pra ajudá-los a compreender a matéria das nossas duas primeiras aulas, cujo assunto é o processo de desenvolvimento do capitalismo. Como esse é um tema que gera muitas dúvidas, é fundamental que vocês mantenham a sua agenda de leituras em dia. Já adiantando que agumas palavras-chave vão estar em negrito e, em alguns casos, com um link para páginas na internet que aprofundam o assunto. Boa leitura

O que é capitalismo?

Para início de conversa, é necessário compreender o que significa capitalismo. Basicamente, é um sitema econômico que visa a produção de bens e serviços para consumo, com objetivo principal de se obter lucro. Em outras palavras, o capitalismo é um modo de produção e se refere a como a sociedade produz, consome e distribui os seus bens e serviços. Surgiu na Europa no século XVI, como consequencia da superação do feudalismo (modo de produção dominante durante a Idade Média). Desde o seu surgimento, o capitalismo sempre teve vocação se expandir para outras áreas do globo, se tornando o sistem econômico dominante em escala mundial.

Algumas características do capitalismo:

Propriedade Privada dos meios de produção: Os meios de produção (bancos, indústrias, terras, empresas) pertencem predominantemente a uma pessoa ou a um grupo de pessoas.

Sociedade de Classes: como os meios de produção são de proriedade de um número reduzido de pessoas,  dividimos a sociedade capitalista em duas classes sociais: a burguesia, composta pelos proprietarios dos meios de produção; e os proletários, que são os não proprietários dos meios de produção

Trabalho Assalariado: Como não há acesso aos meios de produção, a maioria dos trabalhadores se torna assalariada, ou seja, vende o seu trabalho em troca de uma remuneração (salário). é através da exploração do trabalho que o capitalista extrai o seu lucro (ver mais-valia).

Economia de Mercado: As empresas decidem como e quanto produzir e estabelecem o preço das mercadorias com base na Lei da Oferta e da Procura – Os preços das mercadorias variam de acordo com a procura por parte do consumidor e a quantidade do produto em oferta, isto é, colocada à venda.

 

As fases do capitalismo

O Capitalismo Comercial

Essa etapa do capitalismo estendeu-se desde fins do século XV até o século XVIII. Foi marcada pela expansão marítima das potências da Europa Ocidental na época (Portugal e Espanha). O grande acúmulo de capitais se dava na esfera da circulação, ou seja, por meio do comércio, daí o termo capitalismo comercial para designar o período. A economia funcionava segundo a doutrina mercantilista, que, em sentido amplo, pregava a intervenção governamental na economia, a fim de promover a prosperidade nacional e aumentar o poder do Estado. Nesse sentido, defendia a necessidade de riquezas no interior dos Estados, e a riqueza e o poder de um país eram medidos pela quantidade de metais preciosos (ouro e prata) que possuíam. Esse princípio ficou conhecido como metalismo. Outro meio de acumular riquezas era manter uma balança comercial sempre favorável, daí o esforço para exportar mais do que importar, garantindo saldos comerciais positivos. O mercantilismo foi fundamental para o desenvolvimento do capitalismo, pois permitiu, como resultado de um comércio altamente lucrativo, das explorações das colônias e da pirataria, grande acúmulo de capitais nas mãos da burguesia européia – a chamada acumulação primitiva de capital, fundamental para o desenvolvimento do capitalismo em sua fase industrial.

O Capitalismo Industrial

Essa etapa do capitalismo foi foi marcada por grandes transformações econômicas, sociais, políticas e culturais. As maiores mudanças resultaram na Primeira Revolução Industrial, ocorrida no Reino Unido na segunda metade do século XVIII. Um de seus aspectos mais importantes foi a a utilização cada vez mais disseminada de máquinas movidas a vapor, tornando acessível aos consumidores uma quantidade cada vez maior de produtos, o que multiplicava os lucros dos produtores. O comércio não era mais a essência do sistema. O lucro advinha fundamentalmente da produção de mercadorias em larga escala (indústria). A toda jornada de trabalho corresponde uma remuneração, que permitirá a subsistência do trabalhador. No entanto, o trabalhador produz um valor maior do que aquele que recebe na forma de salário, e essa fatia de trabalho não-pago é apropriada pelos donos das fábricas, das fazendas, das minas, etc. Dessa forma, todo produto ou serviço vendido traz embutido esse valor não transferido ao trabalhador, permitindo o acúmulo de lucro pelos capitalistas. Este macanismo de extração do lucro através da exploração de trabalho é o que Karl Marx chamava de mais-valia. Se no mercantilismo (fase comercial), o Estado absolutista era favorável aos interesses da burguesia comercial, no tocante a atuação da nova burguesia industrial, ou capitalista, era um empecilho. Ele não deveria intervir na economia, que funcionaria segundo a lógica do mercado, guiada pela livre concorrência. Consolidava-se, assim, uma nova doutrina econômica: o liberalismo. Dentro das fábricas, mudanças importantes estavam acontecendo: a produtividade e a capacidade de produção aumentavam velozmente; aprofundava-se a divisão de trabalho e crescia a produção em série. Nessa época, segunda metade do século XIX, estava ocorrendo a Segunda Revolução Industrial, dessa vez não mais impulsionada pela Grã-Bretanha, mas por outras potências como EUA, França e, mais tarde, Alemanha e Japão. Uma das características mais importantes desse período foi a introdução de novas tecnologias e novas fontes de energia no processo produtivo. Com o brutal aumento da produção, pois a industrialização expandia-se para outros países, acirrou-se cada vez mais a concorrência. Era cada vez maior a necessidade de garantirem novos mercados consumidores, novas fontes de matérias-primas e novas áreas para investimentos lucrativos. Foi dentro desse quadro que ocorreu a expansão imperialista na Ásia e na África. A partilha imperialista das potências industriais consolidou a divisão internacional do trabalho, pela qual as colônias se especializavam em fornecer matérias-primas baratas para os países que então se industrializavam. Tal divisão, delineada no capitalismo comercial, consolidou-se na fase do capitalismo industrial. Assim, estruturou-se nas colônias uma economia complementar e subordinada à das potências imperialistas. A Alemanha, por ter se unificado tardiamente (1871), perdeu a fase mais importante da corrida imperialista e sentiu-se lesada, especialmente frente ao Reino Unido e à França. Além disso, como a sua indústria crescia em ritmo mais rápido que a dos demais países, também se ressentia mais da falta de mercados consumidores. O choque de interesses internos e externos entre as potências imperialistas européias acabou levando o mundo à Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

O Capitalismo Financeiro

Uma das conseqüências mais importantes do crescimento acelerado da economia capitalista foi o brutal processo de concentração e centralização de capitais. Várias empresas surgiram e cresceram rapidamente: indústrias, bancos, corretoras de valores, casas comerciais, etc. A acirrada concorrência favoreceu as grandes empresas, levando a fusões e incorporações que resultaram, a partir de fins do século XIX, na monopolização ou oligopolização de muitos setores da economia. O liberalismo restringe-se mais ao plano da ideologia, pois o mercado passa a ser cada vez mais dominado por grandes corporações, substituindo a livre concorrência e o livre mercado. O Estado, por sua vez, passa a intervir na economia, seja como agente produtor ou empresário. Essa atuação do Estado na economia intensificou-se após a crise de 1929, que viria a sepultar definitivamente o liberalismo clássico. A crise de 1929 deveu-se ao excesso de produção industrial e agrícola, pois os baixos salários pagos na época impediam a expansão do mercado de consumo interno; à recuperação da indústria européia, que passou a importar menos dos Estados Unidos; e à exagerada especulação com ações na bolsa de valores. Colocando em prática em 1933, pelo então presidente Franklin Roosevelt, o New Deal (“novo acordo”) foi um clássico exemplo de intervenção do Estado na economia. Baseado em um audacioso plano de obras públicas, com o objetivo principal de acabar com o desemprego, o New Deal foi fundamental para a recuperação da economia norte-americana. Essa política de intervenção estatal na economia, que acaba favorecendo o grande capital, ficou conhecida como Keynesianismo, por ter sido o economista inglês John Maynard Keynes seu principal teórico e defensor. Esta fase do capitalismo viria a sofrer mudanças após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). a destruição causada pela guerra agavou o processo de decadência das antigas potências europeias. Aos poucos ocorre processo de descolonização da África e da Ásia e o deslocamento do centro de pode mundial para os Estados Unidos e a União Soviética, além industrialização de alguns países subdesenvolvidos. Do ponto de vista ecnômico, o pós-Segunda Guerra foi marcado por uma acentuada mundialização da economia, principalmente a partir dos anos 1970 com a terceira revolução industrial e o processo de globalização econômica.

O capitalismo Informacional

Com o início da Terceira Revolução Industrial, tmbém conhecida como Revolução Técnico-Cientifica Infomacional, o capitalismo atinge uma nova fase. Nessa etapa começou a getar no Pós-Segunda Guerra mas se desenvolveu sobretudo a partir dos anos 1970 e 1980. As duas revoluções industriais anteriores foram impulsionadas pelo desenvolvimento de novas fontes de energia – a primeira por carvão e a segunda por petróleo e eletricidade.  A revolução ora em curso é impulsionada pelo conhecimento, embora a energia continue sendo essencial. Durante a expansão imperialista era imprescindível para as indústrias o acesso a matérias-primas e de energia para a manutenção do sistema produtivo. Hoje, na época da globalização, embora o acesso a recuros naturais continue sendo importante, é imprescindível o acesso ao conhecimento, fruto de investimentos em em Pesquisa e Desenvolvimento. No capitalismo informacional, as relações econômicas entre países são mediadas através do neoliberalismo, doutrina econômica que buscou retomar vários preceitos do liberalismo clássico e posta em prática pela primeira vez no final da década de 1970, preconizando a não-intervenção do Estado na economia e defendendo a privatização de empresas e a diminuição das tarifas alfandegárias, entre outras medidas. Os neoliberais defendem a ideia do Estado mínimo, isto é, o governo deveria ter sua atuação restrita ao campo social (destinando o mínimo de recursos à saúde, educação e previdência, por exemplo), além de não interferir no processo econômico, que seria regulado exclusivamente pelas leis de mercado. Esses pressupostos, no entanto, vem sendo duramente questionados, sobretudo a partir da crise econômica de 2008.

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[CEPAC- turmas 1007 e 2006] Roteiro de estudos para recuperação

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Prova de recuperação de Geografia no dia 14 de dezembro (e somente nesta data)

Roteiro de estudos para turma 1007

Cartografia: Coordenadas geográficas, escala, projeções cartográficas. Tipos de mapas. Cartografia e visões de mundo.

Livro: capítulo 4

Geologia e Relevo: Formação da Terra, estrutura interna da Terra, teorias da Deriva Continental e Tectônica de Placas. Intemperismo e Erosão. A Formação do Relevo Terrestre; Agentes endógenos e exógenos. Formas de relevo. Estrutura geólogica.

Livro: capítulos 5 e 6

Estude também pelo caderno.

Roteiro de estudos para turma 2006

O Espaço Urbano: Conceitos de cidade, metrópole, região metropolitana, megalópole e cidade global. Rede e hierarquia urbana. Favelização, segregação socioespacial e especulação imobiliária.

Livro: capítulos 1 e 2

Geografia Agrária: Sistemas agrícolas, modernização da agricultura, estrutura fundiária, concentração de terras e reforma agrária no Brasil. Formas de trabalho no campo.

Livro: capítulo 13

Geografia da População: Crescimento demográfico, teorias malthusiana e neomalthusiana.

Livro: capítulos 5 e 6

Estude também pelo caderno.

[CEPAC- 1o ano] Revisão para a prova

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Aos Alunos do C.E Pedro Alvares Cabral, ta aí a revisão para a prova. Bons estudos.

I – Camadas da Terra

O desenho esqumático a seguir faz uma comparação entre a estrutura interna da Terra e um ovo

camadas-terra-ovo

 

1 – Núcleo: Equivale à gema do ovo. Composto basicamente de níquel e ferro, o núcleo divide-se em duas camadas: núcleo interno e núcleo externo. O núcleo interno apresenta-se em estado sólido e o externo, no estado líquido. As temperaturas nessa camada variam de 3000 °C a 5000 °C e a densidade, de 9 a 14.

2- Manto: Equivalente à clara do ovo, o manto está situado entre a crosta e o núcleo. Sua espessura é de aproximadamente 2,9 mil quilômetros, sendo a densidade média de 4,6. O manto pode ser encontrado nos estados pastoso e sólido. Sua composição básica é de silicato de ferro, magnésio e silício. A temperatura pode atingir até 2000 °C.

3- Crosta: Seria o equivalente à casca da Terra. Considerada a camada mais superficial do planeta, a crosta apresenta espessura que varia de 30 Km a 70 Km. Ela é composta por basalto (nos oceanos) e, na porção continental, sua composição básica é de granito. A densidade média é de 2,8 e a temperatura varia entre 800 °C a 1000 °C.

Fonte: adaptado de Escola Kids

 

II – Teorias da Deriva Continental e Tectônica de placas

A Teoria da Deriva Continental foi postulada inicialmente pelo cientista alemão Alfred Lothar Wegener, em 1912. Segundo este autor a Terra teria sido formada inicialmente por um único e enorme supercontinente chamado Pangeia, que foi se fragmentando e se deslocando continuamente desde o período Mesozóico, há cerca de 200 milhões de anos.

A Teoria da Tectônica de Placas foi enunciada em meados do século XX, quando cientistas confirmaram a hipótese da expansão dos assoalhos oceânicos por meio do uso de sonares. Chegou-se a conclusão de que a camada mais externa da Terra, a Litosfera, é constituída de imensos blocos que estão em constante movimento, sendo “empurrados” pelas correntes de convecção do Magma.

 

III – Tectonismo e movimento de placas

Movimento divergente

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Afastamento de placas. Causa, entre outros fenômenos, a formação do oceano atlântico e a separação dos continentes.

Movimento Convergente

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Colisão de placas. Dá origem a grandes cadeias de montanhas, como os Andes o Himalaia, também chamadas de Dobramentos Modernos (Ver item IV ).

 

Movimento Conservativo ou transformante

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Deslizamento lateral de placas. Origina deformações de relevo, como a Falha de San Andreas, na Califórnia.

IV – Classificação de rochas

A litosfera, a camada superficial e sólida da Terra, é composta por rochas, que, por sua vez, são formadas pela união natural entre os diferentes minerais. Assim, em razão do caráter dinâmico da superfície, através de processos como o tectonismo, o intemperismo, a erosão e muitos outros, existe uma infinidade de tipos de rochas.

Dessa forma, foram elaborados vários tipos de classificação das rochas. A forma mais conhecida concebe-as a partir de sua origem, isto é, a partir do processo que resultou na formação dos seus diferentes tipos.

Nessa divisão, existem três tipos principais: as rochas ígneas ou magmáticas, as rochas metamórficas e as rochas sedimentares.

1) Rochas ígneas ou magmáticas: são aquelas que se originam a partir da solidificação do magma ou da lava vulcânica. Elas costumam apresentar uma maior resistência e subtipos geologicamente recentes e de formações antigas. Elas dividem-se em dois tipos:

1.1) Rochas ígneas extrusivas ou vulcânicas: são aquelas que surgem a partir do resfriamento do magma expelido em forma de lava por vulcões, formando a rocha na superfície e em áreas oceânicas. Como nesse processo a formação da rocha é rápida, ela apresenta características diferentes das rochas intrusivas. Um exemplo é o basalto.

1.2) Rochas ígneas intrusivas ou plutônicas: são aquelas que se formam no interior da Terra, geralmente nas zonas de encontro entre a astenosfera e a litosfera, em um processo constitutivo mais longo. Elas surgem na superfície somente através de afloramentos, que se formam graças ao movimento das placas tectônicas, como ocorre com a constituição das montanhas. Exemplo: gabro.

2) Rochas metamórficas: são as rochas que surgem a partir de outros tipos de rochas previamente existentes (rochas-mãe) sem que essas se decomponham durante o processo, que é chamado de metamorfismo. Quando a rocha original é transportada para outro ponto da litosfera que apresenta temperatura e pressão diferentes do seu local de origem, ela altera as suas propriedades mineralógicas, transformando-se em rochas metamórficas. Exemplo: mármore.
3) Rochas sedimentares: são rochas que se originam a partir do acúmulo de sedimentos, que são partículas de rochas. Uma rocha preexistente sofre com as ações dos agentes externos ou exógenos de transformação do relevo, desgastando-se e segmentando-se em inúmeras partículas (meteorização); em seguida, esse material (pó, argila, etc.) é transportado pela água e pelos ventos para outras áreas, onde se acumulam e, a uma certa pressão, unem-se e solidificam-se novamente (diagênese), formando novas rochas.

Esse tipo de constituição rochosa, em certos casos, favorece a preservação de fósseis, que, por esse motivo, só podem ser encontrados em rochas sedimentares. Além disso, nas chamadas bacias sedimentares, é possível a existência de petróleo, recurso mineral muito importante para a sociedade contemporânea. Exemplo: calcário.

Fonte: Mundo Educação

V – Formação do Relevo 

O relevo terrestre pode ser definido como as formas da superfície do planeta. O relevo origina-se e transforma-se sob a interferência de dois tipos de agentes:
-Os agentes internos (endógenos) atuam de dentro para fora, deformando o relevo: Terremotos, vulcanismo e tectonismo;  
-Os agentes externos (exógenos) atuam na superfície, modelando o relevo: intemperismo, erosão e a antropicidade (o fator humano).
O Intemperismo pode ser definido como o conjunto de processos físicos e químicos que causam o desgaste a a desagregação dos minerais e rochas que compõem a superfície terrestre. Quando há transporte de material desagregado ocorre a erosão. A erosão, portanto, consiste em três processos: Desgaste da rocha, transporte e deposição (sedimentação)    
Fonte: adaptado de Suburbano Digital

 

Revisão para a prova – todas as escolas

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Olá Pessoal! Conforme prometido, ta aí o material de revisão para a nossa prova que será nessa sexta feira, 29 de junho. É só clicar no link correspondente a sua série do seu colégio. Peço por gentileza que divulguem nas suas respectivas turmas. Bons estudos!

Colégio Estadual Amaro cavalcanti – 1a serie – revisão

Colégio Estadual Amaro cavalcanti – 1a serie – Teste gabaritado

Colégio Estadual Pedro Alvares cabral – 2a serie – revisão

Colégio Estadual Pedro Alvares Cabral – 2a serie – Teste gabaritado

Colégio Estadual Pedro Alvares Cabral – 1a serie – revisão

Colégio Estadual Pedro Alvares Cabral  1a série – Exercícios de escala resolvidos

Colégio Estadual Gonçalves Dias – 3a serie – revisão

Colégio Estadual Gonçalves Dias – 1a série – revisão

[CEAC – 1o ano] tutorial para elaboração de climograma no excel / aula sobre climas em power point

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Segue abaixo uma vídeo-aula para auxiliar os alunos que estão com dificuldades com o trabalho de construção de climogramas.  Aproveito e disponibilizo também os slides da aula que tivemos na sala de vídeo.

 

 

 

via [CEAC – 1o ano] tutorial para elaboração de climograma no excel / aula sobre climas em power point

[CEAC-1o ano] Cartografia – Material Multimídia

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Professor Daniel - Geografia

Conforme prometido, ta aí o material visto na aula da sala de vídeo, e mais um conteúdo extra pra vocês estudarem pra prova. Abraços e até a próxima.

Clique aqui  para ler o texto “O Mapa-Mundi – A mentira a que já nos habituamos”, publicado pelo site Portugal Mundial.

Site com mapas antigos e raros do mundo todo, também vale a pena ver.

Visite também o site Materiais didáticos para cartografia escolar

Ver o post original

[CEAC – 3o ano] gabarito do teste, Livro didático

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Gabarito do teste (baixe em formato .doc abaixo)
1)
a) Dois entre os exemplos:
    –  Trabalho rígido, hierárquico e repetitivo
    –  Introdução da linha de montagem
    –  Consumo de massa
    –   Padronização de produtos
b) Resposta pessoal. O aluno poderá comentar sobre a alienação do trabalhor do processo produtivo, a superexploração do trabalho e o conflito homem X máquina, dentre outros temas
2)
a) Posssibilitada sobretudo devido ao abanço dos transportes e das telecomunicações
b) Dois entre os exemplos:
    – Mão-de-obra mais barata
    – Incentivos fiscais dos governos de outros estados
    – Menos atuação sindical em outros estados
    – solo urbano mais barato
    – legislação ambiental mais flexível
3)
a) Pós- fordismo ou Toyotismo. Mão-de-obra altamente qualificada
b) Dois entre os exemplos:
– Acumulação flexível (Just in time)
– Terceirização das atividades para outros países
– Maior variedade de produtos disponíveis no mercado
– Redução dos custos de estocagem
– Ecomia de espaço nas indústrias devido a redução do estoque
– Aumento da margem de lucros
– Possibilidade de atender a uma demanda mais diversificada de mercado consumidor
Baixe aqui o livro didático para acessar a matéria do bimestre (capítulos 1 e 2)

[CEAC – 1o e 2o ano] guia de estudos para recuperação

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Pessoal do Amaro que ficou em recuperação no quarto bimestre (primeiro e segundo ano): segue abaixo um guia de estudos com os principais temas que serão cobrados e os capítulos do livro referentes a cada um deles. E não se esqueça de estudar também pelo caderno.

A prova será discursiva e sem consulta, com dez questões, as quais você deverá escolher cinco para responder.

 

Para o Primeiro Ano

1o Bimestre: Cartografia e representação do espaço (capítulo 2)

O que estudar: exercícios de escala

2o Bimestre: Dinâmica da atmosfera (capítulos 7 e 8)

O que estudar: diferença entre tempo e clima; fatores climáticos (latitude, altitude); interpretação de climogramas; massas de ar no Brasil

3o Bimestre: Formação da Terra e Relevo (capítulos 5, 6 e 8)

O que estudar: teorias da Deriva Continental e Tectônica de Placas; Os agentes modeladores do relevo (agentes internos e externos); Intemperismo físico e químico

4o Bimestre: Dinâmica ambiental (capítulo 10)

O que estudar: meio ambiente e sociedade de consumo; Efeito estufa; Chuva ácida

 

Para o Segundo ano

1o bimestre: Mundo contemporâneo e Globalização 

O que estudar: Keynesianismo X Neoliberalismo

2o bimestre: Espaço Urbano (capítulos 8 e 9)

O que estudar: conceitos de Megalópole, Região Metropolitana, Conurbação, Megacidades e Cidades Globais; Especulação imobiliária e segregação socioespacial

3o bimestre: Espaço Agrário (capítulos 4 e 5) 

O que estudar: sistemas agrícolas; Revolução Verde; reforma agrária e agronegócio

4o bimestre: Dinâmica da População (capítulos 6 e 7)

O que estudar: teorias demográficas (Malthusiana, Neomalthusiana e Reformista); Interpretação de pirâmides etárias; Quedas nas taxas de natalidade e mortalidade e seus impactos socioeconômicos.

[CEAC – 2o ano] Revisão para a prova

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Prova no dia 30/11, quinta-feira

A matéria é Geografia da População. Estudem também pelo caderno e livro (capítulos 6 e 7). Bons estudos!

Clique nos links abaixo para acessar os textos de aprofundamento:

As teorias demográficas: Malthusiana, Neomalthusiana e Reformista

Pirâmide Etária Brasileira

“Fuga de cérebros” é maior na América Latina

Muro do México

Exercícios (clique nas imagens para ampliar)

1) (UERJ 2015) Observe, nas pirâmides etárias abaixo, a distribuição da população por sexo e por faixas de idades, apontando transformações na estrutura populacional do Brasil.


Considerando o período de 1980 a 2020, explique a mudança principal em relação à proporção de jovens e a mudança principal em relação à proporção de idosos na população brasileira.

Resposta:

Explicação quanto aos jovens:
A proporção de jovens no conjunto da população brasileira diminui no período considerado, em função da diminuição das taxas de natalidade e de fecundidade no país.
Explicação quanto aos idosos:
O percentual de idosos aumenta no mesmo período no país, devido à elevação da expectativa de vida entre os brasileiros.

2) (UERJ 2008) A análise de uma pirâmide etária permite identificar numerosas características socioeconômicas de uma população, o que pode contribuir para o direcionamento adequado das ações governamentais. Observe as pirâmides etárias do Brasil:

Identifique duas mudanças do perfil demográfico do país, no período considerado, indicando também uma política pública adequada a cada uma dessas mudanças.

Resposta:

Duas das mudanças e respectiva política pública:
• O estreitamento da base da pirâmide indica a redução do número de jovens./ Reduzir alguns tipos de investimentos em educação, como a expansão da rede de escolas para o Ensino Fundamental.
• O alargamento do corpo da pirâmide indica o aumento da população em idade ativa e o esperado aumento correspondente da PEA./ Gerar trabalho e renda.
• O alargamento do topo da pirâmide indica o aumento da população idosa./ Para essa mudança, pode ser indicada uma das seguintes políticas públicas:
– aumentar os investimentos no sistema público de saúde para capacitá-lo a absorver a maior demanda por esses serviços
– elevar a eficiência do sistema previdenciário em função do maior número de aposentados em relação ao de trabalhadores ativos
– desenvolver ações que aumentem o percentual de trabalhadores formais de modo a aumentar o número de contribuintes em relação ao de beneficiários
– implementar programas e planos de assistência social voltados para a terceira idade

[CEAC – 1o e 2o ano] recuperação do terceiro bimestre

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Responda as questões abaixo da prova da sua série.

Envie somente por email ( danielcpacheco@yahoo.com.br ) até o dia 27 de setembro 

Não esqueça de indicar o nome completo e a turma no corpo do email

Não serão aceitos trabalhos enviados após o prazo.

Observação: a prova deve ser feita individualmente. Provas idênticas de mais de um aluno receberam nota 0 (zero).

 

Prova do primeiro ano

Valor da prova: 5 (cinco) pontos

1 (um) ponto por questão

 

1) Diferencie rochas ígneas de rochas sedimentares e rochas metamóficas. Explique resumidamente o ciclo das rochas. Dê exemplos de rochas de cada um dos três tipos.

2) Diferencie movimentos orogenéticos de epirogenéticos. Dê exemplos de paisagens formadas por cada um deles.

3)  Dentre os agentes modeladores do relevo terrestre, podemos afirmar que a ação humana é o principal agente exógeno. Justifique essa afirmativa e indique um exemplo prático de como a ação antrópica modifica o relevo terrestre.

4) Sobre a classificação do relevo brasileiro, aponte as principais diferenças entre as classificações de Aroldo de Azevedo, Aziz Ab’saber e Jurandir Ross.

5) Sobre a geologia brasileira, que fatores naturais podem explicar a abundância de ocorrência de recursos minerais, como ouro, ferro, cobre e petróleo? Justifique sua resposta com base na noção de estrutura geológica.

 

Prova do segundo ano

Valor da prova: 5 (cinco) pontos

1 (um) ponto por questão

 

Notícia 1

 Soja: Mercado em Chicago inicia semana com leves altas e atento ao clima no Brasil nesta 2ª feira

Os futuros da soja, nesta segunda-feira (18), dão início à semana atuando em campo positivo na Bolsa de Chicago. As cotações subiam entre 2,50 e 3 pontos nos principais vencimentos, com o novembro/17 sendo cotado a US$ 9,71 e o maio/18, referência para a safra brasileira, valendo US$ 9,98 por bushel.

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/198939-soja-mercado-em-chicago-inicia-semana-com-leves-altas-e-atento-ao-clima-no-brasil-nesta-2-feira.html

Notícia 2

Confronto entre MST e polícia deixa mortos e feridos no sudoeste do PR

Um confronto entre integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) e policiais militares ambientais em um acampamento em Quedas do Iguaçu, no sudoeste do Paraná, deixou ao menos duas pessoas mortas. De acordo com a Polícia Militar (PM), seis pessoas ficaram feridas. O confronto aconteceu nesta quinta-feira (7).

Fonte: http://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2016/04/confronto-entre-mst-e-policia-deixa-mortos-e-feridos-no-sudoeste-do-pr.html

1) Indique qual das duas notícias acima se refere, respectivamente, a Questão Agrícola e Questão Agrária. Justifique sua resposta.

Texto I

A nossa luta é pela democratização da propriedade da terra, cada vez mais concentrada em nosso país. Cerca de 1% de todos os proprietários controla 46% das terras. Fazemos pressão por meio da ocupação de latifúndios improdutivos e grandes propriedades, que não cumprem a função social, como determina a Constituição de 1988. Também ocupamos as fazendas que têm origem na grilagem de terras públicas.

Disponível em: http://www.mst.org.br. Acesso em: 25 ago. 2011 (adaptado).

Texto II

O pequeno proprietário rural é igual a um pequeno proprietário de loja: quanto menor o negócio mais difícil de manter, pois tem de ser produtivo e os encargos são difíceis de arcar. Sou a favor de propriedades produtivas e sustentáveis e que gerem empregos. Apoiar uma empresa produtiva que gere emprego é muito mais barato e gera muito mais do que apoiar a reforma agrária.

LESSA, C. Disponível em: http://www.observadorpolítico.org.br. Acesso em: 25 ago. 2011 (adaptado).

2) Os fragmentos acima contemplam opiniões opostas sobre a reforma agrária no Brasil. Quais são os principais argumentos utilizados por cada um dos lados? Qual a sua opinião sobre o assunto? Defenda o seu posicionamento.

3) Aponte as principais características da agricultura moderna, também chamada de agroindústria

4) O que foi a Revolução Verde? Em que época surgiu? Quais foram os seus impactos no Meio ambiente e na vida do pequeno produtor rural?

5) Você participou da apresentação do seminário na sua turma? Indique o tema do seu grupo e discorra resumidamente sobre o assunto. Em caso de resposta negativa, justifique sua ausência. Faça uma breve avaliação crítica sobre as apresentações que você assistiu e o que aprendeu com elas.

 

[CEAC – 2o ano] seleção de slides – geografia agrária

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Compartilho aqui algumas das melhores apresentações em Power Point do nosso seminário de geografia agrária. Estou postando também uma aula extra sobre modernização agrícola. Estudem também pelo livro e caderno. Abraços

 

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