Inicial

[CEAC – 3o ano] avaliação para o primeiro bimestre

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1) Com base na postagem anterior (fases do capitalismo: infográfico explicado) e nas anotações do seu caderno, monte um quadro-resumo contendo:

  •  as etapas do desenvolvimento capitalista: abaixo de cada uma delas, descreva em poucas palavras o porquê do nome que as designa;
  • as doutrinas econômicas associadas a cada etapa: liste as suas características essenciais;
  • as potências econômicas mais importantes de cada período

2) Relacione a expansão das potências imperialistas no século XIX com as necessidades do capitalismo industrial.

3) Mencione dois exemplos de polítias públicas no Brasil contemporâneo, uma que esteja de acordo com os princípios do Keynesianismo e outra que esteja de acordo com o neoliberalismo. Justifique sua resposta com base nas características dessas duas doutrinas econômicas.

4) Quais foram os principais objetivos da conferência de Bretton Woods, tanto no plano econômico quanto no político?

5) Que relação pode ser estabelecida entre o Plano Marshall e Doutrina Truman?

6) O que são o FMI e o Banco Mundial? Qual foi o papel dessas entidades no período Pós-segunda Guerra Mundial?

Valor total do trabalho: 2 (dois) pontos. 

 

[CEAC -2o e 3o ano] Fases do capitalismo: infográfico explicado

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capitalismo_infografico

Fala, galera. Conforme prometido ta aí, texto pra ajudá-los a compreender a matéria das nossas duas primeiras aulas, cujo assunto é o processo de desenvolvimento do capitalismo. Como esse é um tema que gera muitas dúvidas, é fundamental que vocês mantenham a sua agenda de leituras em dia. Já adiantando que agumas palavras-chave vão estar em negrito e, em alguns casos, com um link para páginas na internet que aprofundam o assunto. Boa leitura

O que é capitalismo?

Para início de conversa, é necessário compreender o que significa capitalismo. Basicamente, é um sitema econômico que visa a produção de bens e serviços para consumo, com objetivo principal de se obter lucro. Em outras palavras, o capitalismo é um modo de produção e se refere a como a sociedade produz, consome e distribui os seus bens e serviços. Surgiu na Europa no século XVI, como consequencia da superação do feudalismo (modo de produção dominante durante a Idade Média). Desde o seu surgimento, o capitalismo sempre teve vocação se expandir para outras áreas do globo, se tornando o sistem econômico dominante em escala mundial.

Algumas características do capitalismo:

Propriedade Privada dos meios de produção: Os meios de produção (bancos, indústrias, terras, empresas) pertencem predominantemente a uma pessoa ou a um grupo de pessoas.

Sociedade de Classes: como os meios de produção são de proriedade de um número reduzido de pessoas,  dividimos a sociedade capitalista em duas classes sociais: a burguesia, composta pelos proprietarios dos meios de produção; e os proletários, que são os não proprietários dos meios de produção

Trabalho Assalariado: Como não há acesso aos meios de produção, a maioria dos trabalhadores se torna assalariada, ou seja, vende o seu trabalho em troca de uma remuneração (salário). é através da exploração do trabalho que o capitalista extrai o seu lucro (ver mais-valia).

Economia de Mercado: As empresas decidem como e quanto produzir e estabelecem o preço das mercadorias com base na Lei da Oferta e da Procura – Os preços das mercadorias variam de acordo com a procura por parte do consumidor e a quantidade do produto em oferta, isto é, colocada à venda.

 

As fases do capitalismo

O Capitalismo Comercial

Essa etapa do capitalismo estendeu-se desde fins do século XV até o século XVIII. Foi marcada pela expansão marítima das potências da Europa Ocidental na época (Portugal e Espanha). O grande acúmulo de capitais se dava na esfera da circulação, ou seja, por meio do comércio, daí o termo capitalismo comercial para designar o período. A economia funcionava segundo a doutrina mercantilista, que, em sentido amplo, pregava a intervenção governamental na economia, a fim de promover a prosperidade nacional e aumentar o poder do Estado. Nesse sentido, defendia a necessidade de riquezas no interior dos Estados, e a riqueza e o poder de um país eram medidos pela quantidade de metais preciosos (ouro e prata) que possuíam. Esse princípio ficou conhecido como metalismo. Outro meio de acumular riquezas era manter uma balança comercial sempre favorável, daí o esforço para exportar mais do que importar, garantindo saldos comerciais positivos. O mercantilismo foi fundamental para o desenvolvimento do capitalismo, pois permitiu, como resultado de um comércio altamente lucrativo, das explorações das colônias e da pirataria, grande acúmulo de capitais nas mãos da burguesia européia – a chamada acumulação primitiva de capital, fundamental para o desenvolvimento do capitalismo em sua fase industrial.

O Capitalismo Industrial

Essa etapa do capitalismo foi foi marcada por grandes transformações econômicas, sociais, políticas e culturais. As maiores mudanças resultaram na Primeira Revolução Industrial, ocorrida no Reino Unido na segunda metade do século XVIII. Um de seus aspectos mais importantes foi a a utilização cada vez mais disseminada de máquinas movidas a vapor, tornando acessível aos consumidores uma quantidade cada vez maior de produtos, o que multiplicava os lucros dos produtores. O comércio não era mais a essência do sistema. O lucro advinha fundamentalmente da produção de mercadorias em larga escala (indústria). A toda jornada de trabalho corresponde uma remuneração, que permitirá a subsistência do trabalhador. No entanto, o trabalhador produz um valor maior do que aquele que recebe na forma de salário, e essa fatia de trabalho não-pago é apropriada pelos donos das fábricas, das fazendas, das minas, etc. Dessa forma, todo produto ou serviço vendido traz embutido esse valor não transferido ao trabalhador, permitindo o acúmulo de lucro pelos capitalistas. Este macanismo de extração do lucro através da exploração de trabalho é o que Karl Marx chamava de mais-valia. Se no mercantilismo (fase comercial), o Estado absolutista era favorável aos interesses da burguesia comercial, no tocante a atuação da nova burguesia industrial, ou capitalista, era um empecilho. Ele não deveria intervir na economia, que funcionaria segundo a lógica do mercado, guiada pela livre concorrência. Consolidava-se, assim, uma nova doutrina econômica: o liberalismo. Dentro das fábricas, mudanças importantes estavam acontecendo: a produtividade e a capacidade de produção aumentavam velozmente; aprofundava-se a divisão de trabalho e crescia a produção em série. Nessa época, segunda metade do século XIX, estava ocorrendo a Segunda Revolução Industrial, dessa vez não mais impulsionada pela Grã-Bretanha, mas por outras potências como EUA, França e, mais tarde, Alemanha e Japão. Uma das características mais importantes desse período foi a introdução de novas tecnologias e novas fontes de energia no processo produtivo. Com o brutal aumento da produção, pois a industrialização expandia-se para outros países, acirrou-se cada vez mais a concorrência. Era cada vez maior a necessidade de garantirem novos mercados consumidores, novas fontes de matérias-primas e novas áreas para investimentos lucrativos. Foi dentro desse quadro que ocorreu a expansão imperialista na Ásia e na África. A partilha imperialista das potências industriais consolidou a divisão internacional do trabalho, pela qual as colônias se especializavam em fornecer matérias-primas baratas para os países que então se industrializavam. Tal divisão, delineada no capitalismo comercial, consolidou-se na fase do capitalismo industrial. Assim, estruturou-se nas colônias uma economia complementar e subordinada à das potências imperialistas. A Alemanha, por ter se unificado tardiamente (1871), perdeu a fase mais importante da corrida imperialista e sentiu-se lesada, especialmente frente ao Reino Unido e à França. Além disso, como a sua indústria crescia em ritmo mais rápido que a dos demais países, também se ressentia mais da falta de mercados consumidores. O choque de interesses internos e externos entre as potências imperialistas européias acabou levando o mundo à Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

O Capitalismo Financeiro

Uma das conseqüências mais importantes do crescimento acelerado da economia capitalista foi o brutal processo de concentração e centralização de capitais. Várias empresas surgiram e cresceram rapidamente: indústrias, bancos, corretoras de valores, casas comerciais, etc. A acirrada concorrência favoreceu as grandes empresas, levando a fusões e incorporações que resultaram, a partir de fins do século XIX, na monopolização ou oligopolização de muitos setores da economia. O liberalismo restringe-se mais ao plano da ideologia, pois o mercado passa a ser cada vez mais dominado por grandes corporações, substituindo a livre concorrência e o livre mercado. O Estado, por sua vez, passa a intervir na economia, seja como agente produtor ou empresário. Essa atuação do Estado na economia intensificou-se após a crise de 1929, que viria a sepultar definitivamente o liberalismo clássico. A crise de 1929 deveu-se ao excesso de produção industrial e agrícola, pois os baixos salários pagos na época impediam a expansão do mercado de consumo interno; à recuperação da indústria européia, que passou a importar menos dos Estados Unidos; e à exagerada especulação com ações na bolsa de valores. Colocando em prática em 1933, pelo então presidente Franklin Roosevelt, o New Deal (“novo acordo”) foi um clássico exemplo de intervenção do Estado na economia. Baseado em um audacioso plano de obras públicas, com o objetivo principal de acabar com o desemprego, o New Deal foi fundamental para a recuperação da economia norte-americana. Essa política de intervenção estatal na economia, que acaba favorecendo o grande capital, ficou conhecida como Keynesianismo, por ter sido o economista inglês John Maynard Keynes seu principal teórico e defensor. Esta fase do capitalismo viria a sofrer mudanças após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). a destruição causada pela guerra agavou o processo de decadência das antigas potências europeias. Aos poucos ocorre processo de descolonização da África e da Ásia e o deslocamento do centro de pode mundial para os Estados Unidos e a União Soviética, além industrialização de alguns países subdesenvolvidos. Do ponto de vista ecnômico, o pós-Segunda Guerra foi marcado por uma acentuada mundialização da economia, principalmente a partir dos anos 1970 com a terceira revolução industrial e o processo de globalização econômica.

O capitalismo Informacional

Com o início da Terceira Revolução Industrial, tmbém conhecida como Revolução Técnico-Cientifica Infomacional, o capitalismo atinge uma nova fase. Nessa etapa começou a getar no Pós-Segunda Guerra mas se desenvolveu sobretudo a partir dos anos 1970 e 1980. As duas revoluções industriais anteriores foram impulsionadas pelo desenvolvimento de novas fontes de energia – a primeira por carvão e a segunda por petróleo e eletricidade.  A revolução ora em curso é impulsionada pelo conhecimento, embora a energia continue sendo essencial. Durante a expansão imperialista era imprescindível para as indústrias o acesso a matérias-primas e de energia para a manutenção do sistema produtivo. Hoje, na época da globalização, embora o acesso a recuros naturais continue sendo importante, é imprescindível o acesso ao conhecimento, fruto de investimentos em em Pesquisa e Desenvolvimento. No capitalismo informacional, as relações econômicas entre países são mediadas através do neoliberalismo, doutrina econômica que buscou retomar vários preceitos do liberalismo clássico e posta em prática pela primeira vez no final da década de 1970, preconizando a não-intervenção do Estado na economia e defendendo a privatização de empresas e a diminuição das tarifas alfandegárias, entre outras medidas. Os neoliberais defendem a ideia do Estado mínimo, isto é, o governo deveria ter sua atuação restrita ao campo social (destinando o mínimo de recursos à saúde, educação e previdência, por exemplo), além de não interferir no processo econômico, que seria regulado exclusivamente pelas leis de mercado. Esses pressupostos, no entanto, vem sendo duramente questionados, sobretudo a partir da crise econômica de 2008.

[CEAC – 2o ano] Revisão para a prova

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Matéria do 2o ano do C.E Amaro Cavalcanti. Prova no dia 05/12, quinta-feira

A matéria é Geografia da População. Estudem também pelo caderno e pelo livro (capítulos 10, 11 e 12 ). Bons estudos!

Clique nos links abaixo para acessar os textos de aprofundamento:

As teorias demográficas: Malthusiana, Neomalthusiana e Reformista

Pirâmide Etária Brasileira

“Fuga de cérebros” é maior na América Latina

Muro do México

Exercícios (clique nas imagens para ampliar)

1) (UERJ 2015) Observe, nas pirâmides etárias abaixo, a distribuição da população por sexo e por faixas de idades, apontando transformações na estrutura populacional do Brasil.


Considerando o período de 1980 a 2020, explique a mudança principal em relação à proporção de jovens e a mudança principal em relação à proporção de idosos na população brasileira.

Resposta:

Explicação quanto aos jovens:
A proporção de jovens no conjunto da população brasileira diminui no período considerado, em função da diminuição das taxas de natalidade e de fecundidade no país.
Explicação quanto aos idosos:
O percentual de idosos aumenta no mesmo período no país, devido à elevação da expectativa de vida entre os brasileiros.

2) (UERJ 2008) A análise de uma pirâmide etária permite identificar numerosas características socioeconômicas de uma população, o que pode contribuir para o direcionamento adequado das ações governamentais. Observe as pirâmides etárias do Brasil:

Identifique duas mudanças do perfil demográfico do país, no período considerado, indicando também uma política pública adequada a cada uma dessas mudanças.

Resposta:

Duas das mudanças e respectiva política pública:
• O estreitamento da base da pirâmide indica a redução do número de jovens./ Reduzir alguns tipos de investimentos em educação, como a expansão da rede de escolas para o Ensino Fundamental.
• O alargamento do corpo da pirâmide indica o aumento da população em idade ativa e o esperado aumento correspondente da PEA./ Gerar trabalho e renda.
• O alargamento do topo da pirâmide indica o aumento da população idosa./ Para essa mudança, pode ser indicada uma das seguintes políticas públicas:
– aumentar os investimentos no sistema público de saúde para capacitá-lo a absorver a maior demanda por esses serviços
– elevar a eficiência do sistema previdenciário em função do maior número de aposentados em relação ao de trabalhadores ativos
– desenvolver ações que aumentem o percentual de trabalhadores formais de modo a aumentar o número de contribuintes em relação ao de beneficiários
– implementar programas e planos de assistência social voltados para a terceira idade

[CEAC – 3o ano] material multimídia – revisão para a prova

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Matéria do 3o ano do C.E Amaro Cavalcanti. Prova no dia 05/12, quinta-feira.

Segue material estudado na aula da sala multimídia (apresentação de slides e vídeo) e mais um exercício de revisão.

 

 

slide (04)

Exercício:

As afirmativas abaixo se referrem a diferentes mesorregiões do estado do Rio de Janeiro. Preencha as lacunas abaixo com o número correspondente a cada uma delas

 

I – Região Metropolitana

II – Região Norte Fluminense

III – Região Serrana

IV – Região Médio Vale do Paraíba

V – Região das Baixadas Litorâneas

 

(       ) É a mesorregião do Rio de Janeiro com maior altitude, situada na escarpa da Serra do Mar. Um dos setores de destaque é o turismo no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, com destaque para os municípios de Teresópolis, Guapimirim e Nova Friburgo.

(     ) Também conhecida como “Grande Rio”, é formada por 22 municípios conurbados, formando uma única grande metrópole. Além da capital do estado, contêm os municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e os municípios da região conhecida como Baixada Fluminense

(     ) Mesorregião tradicionalmente rural do estado, mas que vem ganhando destaque na economia do estado devido ao crescimento da indústria do petróleo. Destaque para os municípios de Macaé e Campos dos Goytacazes.

(     ) Popularmente conhecida como “Região dos Lagos”, é famosa pelo turismo de veraneio. Formada pelos municípios no entorno da Lagoa de Araruama: Armação de Búzios, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Rio das Ostras, dentre outros.

(    ) Esta região se destaca pelo turismo histórico, com casarões de arquitetura remanescente das antigas fazendas de café do Vale do Paraíba. Na economia, destacam-se a presença da Companhia siderúrgica Nacional (CSN) em Volta Redonda, o o crescimento da indústria automobilística, com sedes de diversas montadoras nos municípios de Resende e Itatiaia

Resposta (de cima para baixo): III, I, II, V, IV

[CEAC – 3o ano] revisão para a prova

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Turmas 3002, 3003, 3004 e 3006

Matéria: capítulo 6 do livro + caderno + seminários.

Classificação das fontes de energia primárias

Renováveis: Energia hidríca, Eólica (ventos), Solar, Geotérmica, Biomassa

Não-renováveis: Urânio, Combustiveis Fósséis: Petróleo, Carvão mineral e Gás Natural

Exercícios

1) Assinale V para verdadeiro e F para falso

(    ) O petróleo é recurso mineral explorado apenas em áreas marinhas

(    ) Os principais países consumidores de petróleo são também os maiores produtores

(    ) Enquanto as maiores taxas de consumo de petróleo se encontram concentradas nos países desenvolcividos e emergentes, os maiores produtores estão no mundo subdesenvolvido

(    ) O Brasil não possui grandes reservas de urânio no seu território

(    ) O uso percentual de fontes alternativas, como a solar e a eólica, ainda é baixo no Brasil

(    ) A matriz energética brasileira ainda é, de forma geral, mais renovável do que a do resto do mundo

(    ) A geração de resíduos conhecidos como Lixo atômico constitui um dos problemas das usinas nucleares

2) O que significa a sigla OPEP?

3) Que nome se dá a fonte de energia extraída do calor interno da Terra?

4) Apresente dois argumentos contrários e dois argumentos favoráveis á expansão do uso da Energia Nuclear no Brasil

5) Aponte duas características naturais do território brasileiro que explicam o elevado potencial hidríco do país. Em seguida aponte dois impactos ambientais negativos decorrentes da instalação de grandes centrais hidrelétricas.

 

 

Respostas

1) De cima para baixo: F, F, V, F, V, V, V

2) Organização dos países exportadores de petróleo

3) Energia Geotérmica

4)

Dois dos argumentos favoráveis:

  • O processo de geração não resulta na emissão de gases que contribuem para o aquecimento global.
  • É possível construir as usinas em locais próximos aos centros consumidores,reduzindo custos com as linhas de transmissão e as perdas de energia.
  • O Brasil tem a quinta maior reserva de urânio do mundo.
  • O Brasil domina a tecnologia de enriquecimento do urânio, que é a etapa mais cara e sofisticada do processo.

Dois dos argumentos contrários:

  • É uma forma cara de gerar energia, pois o custo do quilowatt é superior ao de outras fontes tradicionais.
  • Há o problema ainda não resolvido, mesmo no restante do mundo, quanto à alocação dos resíduos radioativos, o chamado “lixo atômico”.
  • Há riscos ambientais de grande magnitude, ligados à possibilidade de um acidente que resulte em liberação de material radioativo para o meio ambiente.

5)

Dentre as características geográficas naturais do Território brasileiro que favorecem o grande potencial hídrico do país, podemos citar: O regime pluvial da maior parte do país garante rios com grande volume de água, propiciando elevado potencial hidrelétrico; a disponibilidade de território para a formação dos lagos das hidrelétricas, em virtude da grande extensão do território brasileiro; a coincidência entre a ocorrência de rios de planalto e as maiores concentrações demográficas e econômicas no Centro-Sul do país.

Entre os impactos negativos associados à produção da energia hidrelétrica estão: o deslocamento e a perda dos gêneros de vida das populações situadas nas áreas alagáveis; a inundação de áreas agricultáveis e de florestas; as mudanças na dinâmica hidrológica dos canais fluviais; a diminuição da biodiversidade fluvial; a perda de patrimônio histórico e cultural devido à formação de grandes reservatórios; a deterioração da qualidade da água pela grande produção e decomposição de matéria orgânica; o aumento de problemas sanitários associados à proliferação de parasitas em áreas contíguas aos reservatórios; a emissão de gases do efeito estufa pela decomposição da matéria orgânica nos reservatórios.

 

 

Fontes_de_Energia_Renováveis

Tutorial para elaboração de climograma no excel / aula sobre climas em power point

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Segue abaixo uma vídeo-aula para auxiliar os alunos que estão com dificuldades com o trabalho de construção de climogramas.  Aproveito e disponibilizo também os slides da aula que tivemos.

 

[CEAC – 2o e 3o ano] revisão para a prova

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Segue abaixo revisão para a prova no dia 24 de junho. Bons estudos.

Revisão para o segundo ano (turmas 2004 e 2008)

Livro: capítulos 4 e 5

Conceitos fundamentais de geografia urbana:

Urbanização é o processo no qual uma sociedade majoritariamente rural e torna uma sociedade majoritariamente urbana. O crescimento rápido da população e o abandono do campo por grande parte da população rural provocaram um crescimento acelerado da população residente em cidades

No mundo atual as cidades são se constituem como espaços isolados, mas formam uma densa rede urbana com um intenso fluxo de mercadorias, serviços e pessoas. A área de influência das cidades mais dinâmicas (metróples nacionais e mundiais) estendeu-se consideravelmente graças, sobretudo, à expansão dos serviços de transporte e comunicações

Região Metropolitana: é uma grande metrópole formada por um município principal (município sede) e vários municípios adjacentes. Quando duas regiões metropolitanas se juntam temos a formação de uma megalópole (ver figura 1 e mapas abaixo)

Conurbação: É o encontro de duas ou mais cidades, formando grandes aglomerados urbanos intermunicipais (ver figura 2)

Figura 1: no esquema acima, 1 representa uma região materopolitana e 2 uma megalópole

Figura 2: desenho esquemático do processo de conurbação

Mapa da região metropolitana do Rio de Janeiro

Megalópole Rio – São Paulo

Megacidades: são cidades com mais de 10 milhões de habitantes

Cidades Globais são grandes metrópoles que concentram as sedes das principais empresas nacionais e transnacionais, além de importantes bolsas de valores. São centros de comando da economia globalizada, onde são geradas as principais inovações tecnológicas e serviços especializados de relevância na economia mundial. Exemplos: Nova York, Tóquio, Paris, Londres, Madri, São Paulo.

 

Revisão para o terceiro ano (turmas 3002, 3003, 3004 e 3006)

Livro: capítulos  4 e 5

Obs: Seguem abaixo os slides da aula sobre transportes na sala multidisciplinar

Redes Geográficas: conjunto de localidades interligadas por meio de vias e fluxos, sejam eles materiais (fluxos de mercadorias e pessoas) ou imateriais (fluxos de informação)

Propriedades das redes:

  • Conexidade é a capacidade de ultrapassar limites territoriais de forma imediata.
  • Conectividade se refere à capacidade da rede de estabelecer caminhos alternativos caso a conexão principal se perca. Quanto maior o número de nós da rede, maior a sua conectividade.

Redes de comunicação (Rádio, TV, telefonia móvel e fixa, internet)

-Acesso não é democrático (maior parte dos fluxos de informações se concentra nos países desenvolvidos)

– Maior parte da população não tem acesso a banda larga e telefonia fixa (exclusão digital)

– Pouca diversidade na mídia (concentração da mídia nas mãos de poucos grupos hegemônicos)

Redes de transporte (rodovias x ferrovias)

Transporte rodoviário 

– Recomendado para distâncias menores, porém com custos mais elevados

– Faz o transporte “de ponta a ponta” (sem baldeações).

– Independe de tempo (usa a hora que quiser)

– Menor custo de instalação de vias, maior custo de manutenção

– Emite mais poluentes

– Meio de transporte pouco seguro e com menor capacidade de carga

Alto consumo de energia

– Gera congestionamentos

Transporte Ferroviário

– Recomendado para países de grande extensão territorial

-Muito utilizado em países de “dimensões continentais”, como Rússia, China e EUA. Pouco utilizado no Brasil

– Maior custo de instalação, menor custo de manutenção

– Menor gasto relativo de energia

Obs: A partir da metade segunda metade do século XX, o Brasil optou por priorizar o transporte rodoviário em detrimento do ferroviário, principalmente com Juscelino Kubitscheck e seu Plano de metas- Escolha subordinada aos interesses da indústria automobilística transnacional e da indústria do Petróleo

Num país de grande extensão territorial, de dimensões continentais, como o Brasil, não se justifica o investimento prioritário no transporte rodoviário. As ferrovias seriam a opção mais barata e racional para o problema da logística no Brasil.

No Brasil a malha ferroviária não constitui uma rede. As ferrovias são esparsas, com diferentes bitolas e ligam as regiões do interior do país aos prinicpais portos, visando prinicipalmente a exportação de minério de ferro e grãos (ver mapa abaixo)

 

[CEPAC- turmas 1007 e 2006] Roteiro de estudos para recuperação

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Prova de recuperação de Geografia no dia 14 de dezembro (e somente nesta data)

Roteiro de estudos para turma 1007

Cartografia: Coordenadas geográficas, escala, projeções cartográficas. Tipos de mapas. Cartografia e visões de mundo.

Livro: capítulo 4

Geologia e Relevo: Formação da Terra, estrutura interna da Terra, teorias da Deriva Continental e Tectônica de Placas. Intemperismo e Erosão. A Formação do Relevo Terrestre; Agentes endógenos e exógenos. Formas de relevo. Estrutura geólogica.

Livro: capítulos 5 e 6

Estude também pelo caderno.

Roteiro de estudos para turma 2006

O Espaço Urbano: Conceitos de cidade, metrópole, região metropolitana, megalópole e cidade global. Rede e hierarquia urbana. Favelização, segregação socioespacial e especulação imobiliária.

Livro: capítulos 1 e 2

Geografia Agrária: Sistemas agrícolas, modernização da agricultura, estrutura fundiária, concentração de terras e reforma agrária no Brasil. Formas de trabalho no campo.

Livro: capítulo 13

Geografia da População: Crescimento demográfico, teorias malthusiana e neomalthusiana.

Livro: capítulos 5 e 6

Estude também pelo caderno.

[CEPAC- 1o ano] Revisão para a prova

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Aos Alunos do C.E Pedro Alvares Cabral, ta aí a revisão para a prova. Bons estudos.

I – Camadas da Terra

O desenho esqumático a seguir faz uma comparação entre a estrutura interna da Terra e um ovo

camadas-terra-ovo

 

1 – Núcleo: Equivale à gema do ovo. Composto basicamente de níquel e ferro, o núcleo divide-se em duas camadas: núcleo interno e núcleo externo. O núcleo interno apresenta-se em estado sólido e o externo, no estado líquido. As temperaturas nessa camada variam de 3000 °C a 5000 °C e a densidade, de 9 a 14.

2- Manto: Equivalente à clara do ovo, o manto está situado entre a crosta e o núcleo. Sua espessura é de aproximadamente 2,9 mil quilômetros, sendo a densidade média de 4,6. O manto pode ser encontrado nos estados pastoso e sólido. Sua composição básica é de silicato de ferro, magnésio e silício. A temperatura pode atingir até 2000 °C.

3- Crosta: Seria o equivalente à casca da Terra. Considerada a camada mais superficial do planeta, a crosta apresenta espessura que varia de 30 Km a 70 Km. Ela é composta por basalto (nos oceanos) e, na porção continental, sua composição básica é de granito. A densidade média é de 2,8 e a temperatura varia entre 800 °C a 1000 °C.

Fonte: adaptado de Escola Kids

 

II – Teorias da Deriva Continental e Tectônica de placas

A Teoria da Deriva Continental foi postulada inicialmente pelo cientista alemão Alfred Lothar Wegener, em 1912. Segundo este autor a Terra teria sido formada inicialmente por um único e enorme supercontinente chamado Pangeia, que foi se fragmentando e se deslocando continuamente desde o período Mesozóico, há cerca de 200 milhões de anos.

A Teoria da Tectônica de Placas foi enunciada em meados do século XX, quando cientistas confirmaram a hipótese da expansão dos assoalhos oceânicos por meio do uso de sonares. Chegou-se a conclusão de que a camada mais externa da Terra, a Litosfera, é constituída de imensos blocos que estão em constante movimento, sendo “empurrados” pelas correntes de convecção do Magma.

 

III – Tectonismo e movimento de placas

Movimento divergente

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Afastamento de placas. Causa, entre outros fenômenos, a formação do oceano atlântico e a separação dos continentes.

Movimento Convergente

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Colisão de placas. Dá origem a grandes cadeias de montanhas, como os Andes o Himalaia, também chamadas de Dobramentos Modernos (Ver item IV ).

 

Movimento Conservativo ou transformante

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Deslizamento lateral de placas. Origina deformações de relevo, como a Falha de San Andreas, na Califórnia.

IV – Classificação de rochas

A litosfera, a camada superficial e sólida da Terra, é composta por rochas, que, por sua vez, são formadas pela união natural entre os diferentes minerais. Assim, em razão do caráter dinâmico da superfície, através de processos como o tectonismo, o intemperismo, a erosão e muitos outros, existe uma infinidade de tipos de rochas.

Dessa forma, foram elaborados vários tipos de classificação das rochas. A forma mais conhecida concebe-as a partir de sua origem, isto é, a partir do processo que resultou na formação dos seus diferentes tipos.

Nessa divisão, existem três tipos principais: as rochas ígneas ou magmáticas, as rochas metamórficas e as rochas sedimentares.

1) Rochas ígneas ou magmáticas: são aquelas que se originam a partir da solidificação do magma ou da lava vulcânica. Elas costumam apresentar uma maior resistência e subtipos geologicamente recentes e de formações antigas. Elas dividem-se em dois tipos:

1.1) Rochas ígneas extrusivas ou vulcânicas: são aquelas que surgem a partir do resfriamento do magma expelido em forma de lava por vulcões, formando a rocha na superfície e em áreas oceânicas. Como nesse processo a formação da rocha é rápida, ela apresenta características diferentes das rochas intrusivas. Um exemplo é o basalto.

1.2) Rochas ígneas intrusivas ou plutônicas: são aquelas que se formam no interior da Terra, geralmente nas zonas de encontro entre a astenosfera e a litosfera, em um processo constitutivo mais longo. Elas surgem na superfície somente através de afloramentos, que se formam graças ao movimento das placas tectônicas, como ocorre com a constituição das montanhas. Exemplo: gabro.

2) Rochas metamórficas: são as rochas que surgem a partir de outros tipos de rochas previamente existentes (rochas-mãe) sem que essas se decomponham durante o processo, que é chamado de metamorfismo. Quando a rocha original é transportada para outro ponto da litosfera que apresenta temperatura e pressão diferentes do seu local de origem, ela altera as suas propriedades mineralógicas, transformando-se em rochas metamórficas. Exemplo: mármore.
3) Rochas sedimentares: são rochas que se originam a partir do acúmulo de sedimentos, que são partículas de rochas. Uma rocha preexistente sofre com as ações dos agentes externos ou exógenos de transformação do relevo, desgastando-se e segmentando-se em inúmeras partículas (meteorização); em seguida, esse material (pó, argila, etc.) é transportado pela água e pelos ventos para outras áreas, onde se acumulam e, a uma certa pressão, unem-se e solidificam-se novamente (diagênese), formando novas rochas.

Esse tipo de constituição rochosa, em certos casos, favorece a preservação de fósseis, que, por esse motivo, só podem ser encontrados em rochas sedimentares. Além disso, nas chamadas bacias sedimentares, é possível a existência de petróleo, recurso mineral muito importante para a sociedade contemporânea. Exemplo: calcário.

Fonte: Mundo Educação

V – Formação do Relevo 

O relevo terrestre pode ser definido como as formas da superfície do planeta. O relevo origina-se e transforma-se sob a interferência de dois tipos de agentes:
-Os agentes internos (endógenos) atuam de dentro para fora, deformando o relevo: Terremotos, vulcanismo e tectonismo;  
-Os agentes externos (exógenos) atuam na superfície, modelando o relevo: intemperismo, erosão e a antropicidade (o fator humano).
O Intemperismo pode ser definido como o conjunto de processos físicos e químicos que causam o desgaste a a desagregação dos minerais e rochas que compõem a superfície terrestre. Quando há transporte de material desagregado ocorre a erosão. A erosão, portanto, consiste em três processos: Desgaste da rocha, transporte e deposição (sedimentação)    
Fonte: adaptado de Suburbano Digital

 

Revisão para a prova – todas as escolas

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Olá Pessoal! Conforme prometido, ta aí o material de revisão para a nossa prova que será nessa sexta feira, 29 de junho. É só clicar no link correspondente a sua série do seu colégio. Peço por gentileza que divulguem nas suas respectivas turmas. Bons estudos!

Colégio Estadual Amaro cavalcanti – 1a serie – revisão

Colégio Estadual Amaro cavalcanti – 1a serie – Teste gabaritado

Colégio Estadual Pedro Alvares cabral – 2a serie – revisão

Colégio Estadual Pedro Alvares Cabral – 2a serie – Teste gabaritado

Colégio Estadual Pedro Alvares Cabral – 1a serie – revisão

Colégio Estadual Pedro Alvares Cabral  1a série – Exercícios de escala resolvidos

Colégio Estadual Gonçalves Dias – 3a serie – revisão

Colégio Estadual Gonçalves Dias – 1a série – revisão

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