Segue abaixo revisão para a prova no dia 24 de junho. Bons estudos.

Revisão para o segundo ano (turmas 2004 e 2008)

Livro: capítulos 4 e 5

Conceitos fundamentais de geografia urbana:

Urbanização é o processo no qual uma sociedade majoritariamente rural e torna uma sociedade majoritariamente urbana. O crescimento rápido da população e o abandono do campo por grande parte da população rural provocaram um crescimento acelerado da população residente em cidades

No mundo atual as cidades são se constituem como espaços isolados, mas formam uma densa rede urbana com um intenso fluxo de mercadorias, serviços e pessoas. A área de influência das cidades mais dinâmicas (metróples nacionais e mundiais) estendeu-se consideravelmente graças, sobretudo, à expansão dos serviços de transporte e comunicações

Região Metropolitana: é uma grande metrópole formada por um município principal (município sede) e vários municípios adjacentes. Quando duas regiões metropolitanas se juntam temos a formação de uma megalópole (ver figura 1 e mapas abaixo)

Conurbação: É o encontro de duas ou mais cidades, formando grandes aglomerados urbanos intermunicipais (ver figura 2)

Figura 1: no esquema acima, 1 representa uma região materopolitana e 2 uma megalópole

Figura 2: desenho esquemático do processo de conurbação

Mapa da região metropolitana do Rio de Janeiro

Megalópole Rio – São Paulo

Megacidades: são cidades com mais de 10 milhões de habitantes

Cidades Globais são grandes metrópoles que concentram as sedes das principais empresas nacionais e transnacionais, além de importantes bolsas de valores. São centros de comando da economia globalizada, onde são geradas as principais inovações tecnológicas e serviços especializados de relevância na economia mundial. Exemplos: Nova York, Tóquio, Paris, Londres, Madri, São Paulo.

 

Revisão para o terceiro ano (turmas 3002, 3003, 3004 e 3006)

Livro: capítulos  4 e 5

Obs: Seguem abaixo os slides da aula sobre transportes na sala multidisciplinar

Redes Geográficas: conjunto de localidades interligadas por meio de vias e fluxos, sejam eles materiais (fluxos de mercadorias e pessoas) ou imateriais (fluxos de informação)

Propriedades das redes:

  • Conexidade é a capacidade de ultrapassar limites territoriais de forma imediata.
  • Conectividade se refere à capacidade da rede de estabelecer caminhos alternativos caso a conexão principal se perca. Quanto maior o número de nós da rede, maior a sua conectividade.

Redes de comunicação (Rádio, TV, telefonia móvel e fixa, internet)

-Acesso não é democrático (maior parte dos fluxos de informações se concentra nos países desenvolvidos)

– Maior parte da população não tem acesso a banda larga e telefonia fixa (exclusão digital)

– Pouca diversidade na mídia (concentração da mídia nas mãos de poucos grupos hegemônicos)

Redes de transporte (rodovias x ferrovias)

Transporte rodoviário 

– Recomendado para distâncias menores, porém com custos mais elevados

– Faz o transporte “de ponta a ponta” (sem baldeações).

– Independe de tempo (usa a hora que quiser)

– Menor custo de instalação de vias, maior custo de manutenção

– Emite mais poluentes

– Meio de transporte pouco seguro e com menor capacidade de carga

Alto consumo de energia

– Gera congestionamentos

Transporte Ferroviário

– Recomendado para países de grande extensão territorial

-Muito utilizado em países de “dimensões continentais”, como Rússia, China e EUA. Pouco utilizado no Brasil

– Maior custo de instalação, menor custo de manutenção

– Menor gasto relativo de energia

Obs: A partir da metade segunda metade do século XX, o Brasil optou por priorizar o transporte rodoviário em detrimento do ferroviário, principalmente com Juscelino Kubitscheck e seu Plano de metas- Escolha subordinada aos interesses da indústria automobilística transnacional e da indústria do Petróleo

Num país de grande extensão territorial, de dimensões continentais, como o Brasil, não se justifica o investimento prioritário no transporte rodoviário. As ferrovias seriam a opção mais barata e racional para o problema da logística no Brasil.

No Brasil a malha ferroviária não constitui uma rede. As ferrovias são esparsas, com diferentes bitolas e ligam as regiões do interior do país aos prinicpais portos, visando prinicipalmente a exportação de minério de ferro e grãos (ver mapa abaixo)