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Revisão para a prova – todas as escolas

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Olá Pessoal! Conforme prometido, ta aí o material de revisão para a nossa prova que será nessa sexta feira, 29 de junho. É só clicar no link correspondente a sua série do seu colégio. Peço por gentileza que divulguem nas suas respectivas turmas. Bons estudos!

Colégio Estadual Amaro cavalcanti – 1a serie – revisão

Colégio Estadual Amaro cavalcanti – 1a serie – Teste gabaritado

Colégio Estadual Pedro Alvares cabral – 2a serie – revisão

Colégio Estadual Pedro Alvares Cabral – 2a serie – Teste gabaritado

Colégio Estadual Pedro Alvares Cabral – 1a serie – revisão

Colégio Estadual Pedro Alvares Cabral  1a série – Exercícios de escala resolvidos

Colégio Estadual Gonçalves Dias – 3a serie – revisão

Colégio Estadual Gonçalves Dias – 1a série – revisão

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[CEAC/EEGD-3o ano] aulas em Power Point

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Conteúdos sobre Geopolítica do petróleo, energia hidrelétrica e transportes.

Terceiro ano – trabalho de recuperação – segundo bimestre

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Elabore um pequeno texto sobre as manifestações pelos país e sobre as lutas contra o aumento das tarifas de transporte público nas grandes cidades.
Relacione os acontecimentos das últimas semanas com os conteúdos trabalhados em sala de aula, entre eles:
– A sociedade em redes, com destaque para o papel das redes sociais
– As redes de movimentos sociais e suas reivindicações políticas (pesquise sobre o Movimento Passe Livre)
– Tranportes públicos urbanos no Brasil: problemas e desafios
– O monopólio dos grandes meios de comunicação
– O cartel formado pelas grandes empresas de ônibus.
Tamanho do texto: Três páginas em fonte Arial 12, ou duas folhas de caderno manuscritas.
O estilo do texto é livre: Pode ser em forma de redação, uma reportagem, uma opinião crítica ou mesmo poesia. Você está autorizado a pesquisar notícias sobre o assunto em jornais, revistas e internet. Mas lembre-se: O texto final deve ser feito com as suas palavras e deve englobar necessariamente os conteúdos listados acima, cada um com valor de 2 (dois) pontos, contabilizando nota máxima 10 (dez).
Data de entrega: até o dia 3 de julho pessoalmente ou por e-mail (danielcpacheco@yahoo.com.br).  

Terceiro ano – Espaço geográfico e Redes – Texto complementar

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Vivemos num mundo conectado em redes. Informações viajam virtual e instantaneamente de um canto a outro, produzindo reflexos quase imediatos em diferentes lugares do globo. Se uma empresa multinacional quebra num país emergente da Ásia, no mesmo dia, a Bolsa de Valores de São Paulo entra em crise econômica. A Guerra no Iraque, em 2003, foi toda planejada na rede virtual. Hoje podemos acompanhar as consequências das guerras, tsunamis, terremotos, enchente, sentados numa poltrona confortável em nossa casa. Somos consumidores de milhares de informações em rede mundial.
As mercadorias, por sua vez, são jogadas num circuito cada vez mais amplo de fluxo de comércio e serviços. As frutas de mesa colhidas em Pirapora, no interior mineiro, em curto tempo estão à venda nos supermercados europeus. O dinheiro transformou-se em cartão que se retira no sistema informatizado, online, em inúmeros países do mundo, por turistas que consomem freneticamente. E as pessoas nunca viajaram tanto, como turistas. Outros para trabalhar, estudar e, até mesmo, para se protegerem, como no caso dos refugiados de países em conflito. Assim, o turismo tornou-se a primeira indústria mundial em volume de negócios e o número de trabalhadores sem nacionalidade cresce assustadoramente. O mundo se move em redes, num fluxo constante de mercadorias, pessoas, dinheiro, informações.
O deslocamento sempre esteve presente na história humana. Os homens interagem com outras culturas, levando e trazendo produtos; as leituras de Marco Pólo nos ensinam que integrar culturas é fundamental para novas aprendizagens. A diferença é que hoje tudo ocorre com muita velocidade e intensidade, mudando a organização sociocultural e ambiental das paisagens.

A rede dos transportes encurtando as distâncias

O processo de globalização exige o desenvolvimento de meios de transporte cada vez mais rápidos. Para isso é necessário construir estradas, aeroportos, hidrovias. É fundamental modernizar a frota de veículos pesados e leves, de navios de carga, de aviões que atendam a intensidade de circulação de mercadorias e pessoas. Essas estruturas de apoio, por sua vez, alteram profundamente toda a região à sua volta. Veja o caso da cidade de São Paulo. A pequena vila do século XVI só virou a maior metrópole brasileira e da América Latina porque ficava num ponto estratégico às margens da estrada de ferro que ligava as fazendas de café do interior ao porto de Santos. E, hoje, os meios de transporte mudaram a espacialidade de muitas cidades brasileiras que margeiam as vias rodoviárias. Isso traz grande impacto ambiental, como o caso da BR-163, Cuiabá-Santarém, que provocou a dizimação de povos indígenas, a migração desordenada, a grilagem de terras, o desmatamento, o aumento da criminalidade e o agravamento das condições sanitárias locais.
No processo de globalização, os carros, caminhões e navios articulam um lugar com uma região, uma região com um país, um país com o continente e com o mundo. Por isso é importante discutir a circulação de pessoas e mercadorias, refletindo as permanências e mudanças na história de um lugar, em diferentes épocas. A história das ferrovias, no Brasil, contém essa memória e vem sendo resgatada como patrimônio cultural de nosso país.
Hoje, as cidades grandes e as metrópoles convivem com os problemas dos congestionamentos, falta de infra-estrutura viária que facilite o fluxo no trânsito e a poluição. Em 1970 havia no Brasil um carro para cada 38 pessoas. Em 2002, essa relação já era de um veículo para cada grupo de 10 habitantes, o que desencadeou a construção de túneis, pontes e avenidas nas grandes cidades. Até as residências foram obrigadas a se adaptar construindo as garagens. Em condomínios de luxo, é comum o número vagas na garagem ser maior do que o número de quartos. Essa mudança causa impacto no meio ambiente e na vida das pessoas.

A rede das comunicações

O planeta está plugado em rede e a grande revolução é a Internet. Ela tornou possível a transferência instantânea de dados entre qualquer parte do planeta. Vivemos num mundo online; em tempo real, tudo acontece simultaneamente no tempo e no espaço. Esse fenômeno muda a relação das pessoas com os lugares e dos lugares entre si; altera os hábitos culturais, muda os costumes, as relações sociais e econômicas. Renova empregos, gera desempregos e recria o chamado ciberespaço, o lugar passa a ser virtual, o site ou sítio onde muitos jovens, adultos e velhos se divertem, fazem compras, encontram amigos, estudam e se informam. A interação é simultânea e facilitada pelo ganho de tempo na pesquisa rápida sobre qualquer tipo de informação. As telecomunicações formam redes facilitadoras de intercâmbios entre empresas, entre elas e pessoas, entre povos e suas ideologias determinando a reorganização do território, a transnacionalização de capitais, propiciando, dessa forma, o funcionamento da economia globalizada.
Uma série de novas tecnologias, dentre elas as fibras óticas, barateou os custos e popularizou o uso dos meios de comunicação como telefones digitais, fax e computador, entre outros. A inventividade do homem permitiu o desenvolvimento das telecomunicações capazes de “reduzir” o tamanho do mundo.
A necessidade e o desejo de comunicar-se, de conhecer lugares, territórios, regiões transformaram o espaço e possibilitaram o desenvolvimento de processos que variam de dimensões em função do comércio, dos serviços e da indústria em seus movimentos de transformação. São processos que contêm um duplo movimento: de um lado, o de conectar pessoas, mercadorias e idéias e, de outro, o de excluir lugares e pessoas desse fluxo. Assim, as redes de transportes e comunicações foram modernizando-se e inserindo-se no contexto técnico-científico de cada época, aproximando/distanciando lugares e pessoas. O acesso à modernidade não ocorre de forma democrática, porque o progresso tecnológico nunca é uniforme. Excluem-se pessoas que não podem arcar com os custos ou não estão incluídas nessa cultura do instantâneo. Parcela significativa da população mundial não está conectada à Internet, e são igualmente poucos os que podem viajar de avião, trem bala, ou mesmo, deslocar-se de transporte urbano para o trabalho.
Dependendo da forma como são utilizados, os sistemas técnicos também podem ser acionados na construção de redes que provocam conflitos e desorganização do território. São as movimentações ilegais de produtos, pessoas e idéias: o cartel do narcotráfico, as máfias e gangues de drogas e sequestros, o comércio de órgãos e pessoas, a lavagem de dinheiro “sujo” e o terrorismo internacional. As redes envolvem, portanto, poder, comunicações, espaços e pessoas numa ordem e desordem espacial formal e informal, legal e ilegal.
No entanto, as redes podem ter outras intenções relacionadas com a solidariedade, a cooperação e a construção de outros modos de vida, como as ações dos Médicos Sem Fronteiras, dos grupos de Defesa dos Direitos Humanos, que movimentam pessoas e lugares.

Terceiro ano – Trabalho de recuperação – 1o bimestre

16 Comentários

Responda ás questões 1 a 10 abaixo. NÃO responda em forma de tópicos. Escreva um texto corrido. Entregar o trabalho manuscrito ou me enviar por e-mail (danielcpacheco@yahoo.com.br) até o dia 8 de maio. O trabalho valerá 10 (dez) pontos e a sua nota será composta pela média aritmética da nota do bimestre com a recuperação.

Observação: Não é necessário copiar as perguntas

1) Apresente algumas transformações ocorridas no espaço geográfico a partir da Primeira Revolução industrial.

2) Caracterize a Primeira e a Segunda Revolução industrial. Considere os setores industriais, fontes de energia e os países que tiveram proeminência em cada uma delas.  

3) Diferencie Fordismo de Toyotismo.

4) Comente as mudanças ocorridas no mundo no trabalho e do emprego a partir da Terceira Revolução industrial.

5) Explique por que as novas tecnologias da revolução técnico-científica possibilitaram a descentralização da produção industrial e de outras atividades econômicas.

6) Cite e EXPLIQUE pelo menos dois fatores atrativos para a localização de indústrias na atual fase do capitalismo.

7) apresente a localização e as características das seguintes regiões industriais dos Estados Unidos:

a) Sun Belt

b) Manufacturing Belt

8) Explique o desenvolvimento industrial japonês após a Segunda Guerra Mundial.

9) Diferencie os modelos de industrialização adotados pelos países latino-americanos (Brasil, México e Argentina) e pelos Tigres asiáticos.

10) O partir do final da década de 1970, a China vem adotando um novo modelo econômico, muitas vezes chamado de “Socialismo de Mercado”. Como você explica essa expressão?

Qualquer dúvida, você pode me procurar também na minha página no facebook. Bons estudos! 



Terceiro ano – Texto sobre monopólios

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Olá, rapaziada! ta aí um pequeno texto sobre trustes, cartéis e Holdings, tema que trabalhamos em sala mas não tem no livro didático. Boa leitura!

TRUSTE CARTEL HOLDING EXEMPLOS

Gabarito dos testes

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Primero ano


1) Não haveria as estações do ano. Dias e noites teriam sempre a mesma duração, com 12 horas cada
2) ponto B: 45 de latitude norte e 30 de longitude oeste
    ponto A: 90 de latitude sul e 60 de longitude leste   
Questões de múltipla escolha:
3) D
4) C
5) A
6) B
7) E

Terceiro ano

1)
a) Dois entre os exemplos:
    –  Trabalho rígido, hierárquico e repetitivo
    –  Introdução da linha de montagem
    –  Consumo de massa 
    –   Padronização de produtos
b) Resposta pessoal. O aluno poderá comentar sobre a alienação do trabalhor do processo produtivo, a superexploração do trabalho e o conflito homem X máquina, dentre outros temas
2)
a) Posssibilitada sobretudo devido ao abanço dos transportes e das telecomunicações
b) Dois entre os exemplos:
    – Mão-de-obra mais barata
    – Incentivos fiscais dos governos de outros estados
    – Menos atuação sindical em outros estados
    – solo urbano mais barato
    – legislação ambiental mais flexível
3) 
a) Pós- fordismo ou Toyotismo. Mão-de-obra altamente qualificada
   
b) Dois entre os exemplos:
– Acumulação flexível (Just in time)
– Terceirização das atividades para outros países
– Maior variedade de produtos disponíveis no mercado
– Redução dos custos de estocagem
– Ecomia de espaço nas indústrias devido a redução do estoque
– Aumento da margem de lucros
– Possibilidade de atender a uma demanda mais diversificada de mercado consumidor